2 de outubro de 2026, 2 min de leitura
NR-1 e fadiga em turnos: o que gestores precisam saber

A NR-1 organiza o gerenciamento de riscos ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Com a Portaria MTE nº 1.419/2024, os fatores de risco psicossociais passaram a fazer parte desse gerenciamento.
Onde a fadiga entra
Jornadas prolongadas, trabalho em turnos e trabalho noturno estão entre os fatores que as empresas precisam considerar. Para quem tem operações 24 horas, isso significa tratar a fadiga em turnos como um perigo identificado, avaliado e acompanhado, e não como um problema individual.
O desafio dos dados
Identificar o perigo é a parte simples. O difícil é avaliar o risco com algo mais objetivo do que a percepção de cada pessoa. Perguntar ao colaborador como ele se sente é uma informação útil, mas é subjetiva e costuma chegar tarde.
O que dados de fadiga acrescentam
Uma plataforma como a iAlerta ajuda em cada etapa do gerenciamento:
- Identificar: o diagnóstico individual do FIT-NOW mostra quem está em zona de fadiga.
- Avaliar: a previsão de 96 horas e o mapa de calor mostram quando o risco se concentra.
- Agir: as contramedidas sugeridas pelo FIT-OPTIMIZE ajudam a montar o plano de ação.
- Monitorar: o histórico registra o que foi previsto e o que foi feito.
O que não é
A iAlerta apoia o processo. Ela cobre fadiga, atenção e turnos, não todo o espectro de fatores psicossociais, e não substitui a avaliação de SST nem garante conformidade. Para prazos e exigências atuais, consulte o texto da norma, os guias do Ministério do Trabalho e Emprego e a assessoria de SST e jurídica da sua empresa. Veja também como a iAlerta apoia cada etapa da NR-1.
Fontes e leitura recomendada
- Ministério do Trabalho e Emprego. Manual de Interpretação e Aplicação do Capítulo 1.5 da NR-1: Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). 2026. Consulte também o texto da norma e a Portaria MTE nº 1.419/2024.